Um dos grandes problemas que podem implicar numa reunião sem resultado algum está na falta de vontade política de muitos países desenvolvidos e em desenvolvimento. Apesar do exemplo da União Européia, nota-se pelos discurso pré-Copenhagen por parte de Barack Obama e do presidente da China que um acordo realmente eficaz sobre as mudanças climáticas será dificil. Claro que devemos levar em conta exageiros da impressa e diversas outras questões econômicas, principalmente. Contudo, simplismente, não consigo entender a cabeça destes líderes que preferem arriscar toda a vida na terra em prol da defesa de grupos industriais e outros ao invés de buscar uma proposta de adaptação da economia para um modo de desenvolvimento sustentável. Como muitos relatórios da União Européia têm mostrado, a transição de nossa economia altamente danosa ao meio ambiente para uma outra com maior sustentabilidade e respeito a natureza em suas ações não significa em perdas econômicas, mas sim, num reajustamento de setores da economia. Uma economia preocupada com o meio ambiente pode revelar um grande impulso inovador na forma como produzimos e consumimos, abrindo maiores possibilidades de pesquisa, desenvolvimento de novos produtos, reaproveitamente de resíduos e matéria prima, como também uma diversificação da própria economia. Este é blog é dedicado a discussões sobre os mais variados assuntos que vão desde notícias, questões ligadas as ciencias e mesmo, divagações sobre a vida.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Copenhagen II: um problema
Um dos grandes problemas que podem implicar numa reunião sem resultado algum está na falta de vontade política de muitos países desenvolvidos e em desenvolvimento. Apesar do exemplo da União Européia, nota-se pelos discurso pré-Copenhagen por parte de Barack Obama e do presidente da China que um acordo realmente eficaz sobre as mudanças climáticas será dificil. Claro que devemos levar em conta exageiros da impressa e diversas outras questões econômicas, principalmente. Contudo, simplismente, não consigo entender a cabeça destes líderes que preferem arriscar toda a vida na terra em prol da defesa de grupos industriais e outros ao invés de buscar uma proposta de adaptação da economia para um modo de desenvolvimento sustentável. Como muitos relatórios da União Européia têm mostrado, a transição de nossa economia altamente danosa ao meio ambiente para uma outra com maior sustentabilidade e respeito a natureza em suas ações não significa em perdas econômicas, mas sim, num reajustamento de setores da economia. Uma economia preocupada com o meio ambiente pode revelar um grande impulso inovador na forma como produzimos e consumimos, abrindo maiores possibilidades de pesquisa, desenvolvimento de novos produtos, reaproveitamente de resíduos e matéria prima, como também uma diversificação da própria economia.
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